Não há qualquer coisa que justifique o ato de ser mãe.

A decisão de ser mãe não deve ser justificada em nenhuma hipótese, sob pena de se incorrer nas mais estapafúrdias respostas. Ser mãe deve ser um ato baseado pura e simplesmente na vontade. Uma vontade com que não precisamos dialogar, assim como essa que me faz escrever. Não me indago a respeito do porquê escrevo. Apenas o faço seguindo uma imposição de minha natureza que … Continuar lendo Não há qualquer coisa que justifique o ato de ser mãe.

Minha Vida, de A. P. Tchekhov.

Minha vida é uma narrativa em primeira pessoa, cujo personagem principal é Missail, contador de sua própria história. Demitido de seu nono emprego, para desgosto do pai, um arquiteto municipal, Missail decide dedicar-se a serviços braçais, pois considera que as atividades burocráticas e intelectuais não possuem quaisquer utilidades. Além do mais, nesses empregos passava o dia inteiro sem fazer absolutamente nada e isso o levava … Continuar lendo Minha Vida, de A. P. Tchekhov.

A maioria das pessoas que estão nas suas redes sociais odeia tudo o que você posta.

Se a maioria das pessoas que estão em nossas redes sociais odeia tudo o que postamos, qual o motivo de elas estarem ali? Caso você não se enquadre na categoria de pessoas famosas ou públicas, cujas redes sociais abrangem muitos anônimos, provavelmente as suas são compostas por pessoas mais próximas que envolve os próprios familiares, os familiares de seu esposo (a) ou companheiro (a), seus … Continuar lendo A maioria das pessoas que estão nas suas redes sociais odeia tudo o que você posta.

Não ser Deus, de Gianni Vattimo

Trata-se de um daqueles livros que você não conhece o autor, nunca ouviu falar dele, não sabe nem qual é sua origem, salvo pela evidência do nome italiano, mas deixa-se seduzir pelo título: “Não ser Deus”.  Não é por acaso, acredito. Algum complexo de Deus devo ter. Aliás, sei que tenho. Foi o que me fez parar num divã. A psicóloga foi categórica: “Você tem complexo … Continuar lendo Não ser Deus, de Gianni Vattimo

O homem mais rico da Babilônia, de George S. Clason.

Comprei o livro “O homem mais rico da Babilônia” para presentear uma amiga, extremamente querida, de nome Sira, que me foi uma fiel companheira desde os tempos de infância. Crescemos juntas. Aliás, ela cresceu. Quanto a mim, nem tanto.  Sira sempre foi muito dedicada e determinada naquilo que se propunha a fazer. Mas, infelizmente não aprendeu a arte de lidar com o dinheiro. Tão logo … Continuar lendo O homem mais rico da Babilônia, de George S. Clason.