Sede

A voz atingiu o peito feito flecha. Sangrou. Doeu. Dói. Acusada de um crime que não cometeu mesmo em legítima defesa. Não se defende mais. Fechou a porta, apagou as luzes, sentiu tudo outra vez, não adormeceu. Não chorou. Olhos secos. Boca seca. Um rio perpassando seu corpo e ela a morrer de sede.

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