Sede

A voz atingiu o peito feito flecha. Sangrou. Doeu. Dói. Acusada de um crime que não cometeu mesmo em legítima defesa. Não se defende mais. Fechou a porta, apagou as luzes, sentiu tudo outra vez, não adormeceu. Não chorou. Olhos secos. Boca seca. Um rio perpassando seu corpo e ela a morrer de sede.

Escrito por

Meu nome é Maiara Veiga, moro em Brasília e tenho paixão pela leitura e pela escrita. Ler e escrever são para mim "vícios desde o início". Leio por prazer. Escrevo por necessidade e dom. Nesse espaço, quero compartilhar com vocês os maiores ensinamentos que extraio das leituras e da vida. Espero que gostem!

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