O homem mais rico da Babilônia, de George S. Clason.

Comprei o livro “O homem mais rico da Babilônia” para presentear uma amiga, extremamente querida, de nome Sira, que me foi uma fiel companheira desde os tempos de infância. Crescemos juntas. Aliás, ela cresceu. Quanto a mim, nem tanto. 

Sira sempre foi muito dedicada e determinada naquilo que se propunha a fazer. Mas, infelizmente não aprendeu a arte de lidar com o dinheiro. Tão logo cedo começou a ganhá-lo e a gastá-lo desproporcionalmente. Assim, minha amiga se perdeu num extenso mar de dívidas.

Não é que ganhava pouco, reconhecia. Ganhava mais que o suficiente para viver. Haveria de sobrar, e muito, se ela soubesse manusear seus rendimentos.

A última vez em que nos encontramos para tomar um café e bater um papo, notei, com profunda tristeza, que minha amiga se perdera. Achava-se uma mulher livre mesmo não podendo honrar seus credores. 

Eu sabia que Sira tornara-se uma escrava. E eu precisava ajudá-la. Entretanto, não podia lhe emprestar dinheiro. Notei que não adiantaria encher os seus bolsos, pois sem conhecimento, sem sabedoria, qualquer dinheiro que lhe chegasse às mãos escorreria por entre os dedos. Então, tive que pensar em algo que pudesse fazer para auxiliar minha amiga no sentido de despertar sua consciência.

Combinei com ela de nos encontrarmos para presenteá-la com algo que considerava mais valioso que ouro. O nosso encontro ocorreu como acertado. Eu entreguei-lhe o livro O homem mais rico da Babilônia e combinamos de voltar a nos ver assim que ela terminasse a leitura e fosse capaz de me contar tudo o que aprendera.

Passados dez dias, Sira me ligou para que pudéssemos nos ver a fim de que ela me falasse a respeito do que houvera aprendido. Como estava em viagem que duraria cerca de três meses, propus a Sira que fizesse um resumo do livro para que não houvesse o risco de ela esquecer os pormenores nesse tempo em que eu estivesse fora. Ela aceitou a proposta e, quando cheguei de viagem, Sira entregou-me algumas folhas em que estava escrito:

“Minha querida amiga, quando você disse que me presentearia com algo melhor que ouro, confesso que duvidei de suas palavras e, por isso, te peço desculpas. Quero te informar, antes de qualquer coisa, que já estou colocando em prática os ensinamentos apreendidos com esse tesouro dado-me por você. Agradeço o seu carinho e a sua amizade que tanto valem para mim, inclusive mais que todo ouro que nunca fui capaz de guardar. Sem mais delongas, vou te contar sobre o “O homem mais rico da Babilônia”:

Esse livro começa com um homem chamado Bansir, fabricante de carruagem da Babilônia, sentado numa mureta que cercava a sua humilde propriedade pensando em sua pobreza. Envolto em seus pensamentos e em sua tristeza, Bansir começa a escutar o som de uma lira. Era seu melhor amigo que se aproximava. Kobbi era músico e pediu que Bansir lhe emprestasse uma quantia em dinheiro. Mas, Bansir não o tinha e não pôde ajudar o amigo. “Simplesmente admito que minha bolsa está tão vazia quanto a sua” – disse ele.

Os dois puseram-se a dialogar sobre as suas misérias. Ambos trabalhavam tanto e não conseguiam acumular riqueza. Em contraposição, a Babilônia era uma cidade onde havia muita opulência. E eles não sabiam porquê a abundância não os alcançava.

Bansir declarou que gostaria de ser um homem de posses. Não queria mais continuar ano após ano levando uma vida de escravo. Muito trabalho que não o levara a lugar nenhum.

Então, lembraram-se do amigo Arkad, conhecido como o homem mais rico da Babilônia. Além de rico era também um homem generoso. Resolveram procurá-lo e perguntá-lo como conseguira ficar tão rico. Na verdade, queriam buscar o conhecimento necessário junto de quem tinha prosperidade e autoridade para falar do assunto. Reconheceram que precisavam aprender e nada melhor que buscar os conselhos do bom amigo Arkad.

Mas, antes de se dirigir a Arkad, Bansir foi procurar os seus seus amigos de infância que se encontravam na mesma situação de pobreza que ele e Kobbi. Pretendia que seus amigos também aprendessem os ensinamentos do homem mais rico da Babilônia. Bansir era daqueles que pensava nos outros e tinha muitos amigos.

Arkad começou a ensinar aos seus amigos da juventude. Falou sobre a necessidade de poupar pelo menos 1/10 de tudo que se ganha, de refrear os impulsos, de formar o hábito de economizar e, se porventura perderem o que economizaram, continuarem economizando (não entregar os pontos no primeiro fracasso). 

Falou sobre a importância do tempo e do estudo: aprender e saber para praticar. O próprio Arkad, antes de se tornar rico, resolveu investigar como alguém conseguia acumular riqueza para também acumular a sua. Segundo ele, o caminho da riqueza foi encontrado quando decidiu que conservaria consigo uma parte de tudo que ganhasse. Era necessário pagar, primeiramente, a si mesmo antes de pensar em pagar a qualquer pessoa. “Você paga a todo mundo, menos a si mesmo. Idiota, está trabalhando para os outros”, como disse-lhe uma vez Algamish, o emprestador de dinheiro que passou todo seu conhecimento para Arkad.

Após expor os ensinamentos aos amigos, nem todos continuaram seguindo Arkad. Uns não entenderam o que ele disse; outros, queriam que ele repartisse as suas posses; entretanto, alguns viram uma luz e decidiram continuar colhendo os seus conselhos.

Um dia, ao retornar de um confronto, o Rei da Babilônia percebeu a crise financeira que assolava o povo, o que colocava em risco todo o reino, pois é sabido que a prosperidade de uma nação depende da prosperidade financeira dos indivíduos que nela habitam.

Sendo assim, o rei pediu que chamassem Arkad e o propôs que ensinasse a 100 pessoas as soluções para a falta de dinheiro. Essas 100 pessoas ensinariam outras e estas outras até que os habitantes da Babilônia aprendessem a se tornarem prósperos.

Arkad pôs-se a ensinar a cada dia da semana cada uma das sete soluções para a falta de dinheiro:

1) Comece a fazer o seu dinheiro crescer (guarde não menos que 1/10 de tudo que ganha);

2) Controle seus gastos (faça um orçamento detalhado);

3) Multiplique os seus rendimentos (aplique em algo que faça o seu dinheiro render);

4) Proteja seu tesouro contra a perda (consulte aqueles que trabalham e entendem do assunto);

5) Tenha o seu próprio lar;

6) Assegure uma renda para o futuro (lembre-se de que todos ficam velhos);

7) Aumente sua capacidade de ganhar.

Dos ensinamentos expostos ainda pude extrair esses outros:

a) quais despesas são realmente necessárias?

b) não confunda despesas necessárias com desejos (estes são ilimitados, não vá por eles);

c) examine cuidadosamente seu modo habitual de viver;

d) verifique que gastos podem ser reduzidos ou eliminados;

e) encare o crescimento de suas economias como um belo propósito de vida;

f) o propósito de um orçamento é ajudá-lo a juntar dinheiro.

Nessa época, a Babilônia não possuía escolas. Existiam centros de aprendizado, onde se discutiam variados temas. Um desses centros era o Templo do Saber. Arkad era um de seus frequentadores e um dia pôs-se a discutir com outros homens sobre o tema da boa sorte. Cada um deles expunha suas histórias sobre suas perdas e seus ganhos. Até que ponto a sorte é capaz de ajudar alguém? A sorte pode nos auxiliar a nos tornarmos mais ricos? Chegaram à conclusão que, para atrair a boa sorte, é necessário aproveitar as oportunidades. Condenaram a procrastinação que atinge a todos nós. “O inimigo do sucesso é a procrastinação”. Uma vez que adquiriu o conhecimento necessário não há razões para não pô-lo em prática. Essa é a verdadeira sabedoria (teoria + prática). Os homens de ação são os que mais atingem o sucesso, ou melhor, os homens de ação são favorecidos pela deusa da boa sorte.

Quero dizer, amiga, que é preciso esforço, determinação e ação em tudo que quisermos alcançar! (Aprendi também essa lição!)

Preciso te contar que Arkad tinha um filho chamado Nomasir. Quando este alcançou a maioridade, seu pai o chamou para uma conversa séria: “Meu filho, é meu desejo que você herde todos os meus bens. Entretanto, primeiro deve provar que é capaz de administrá-los adequadamente. Por isso, quero que saia pelo mundo e mostre sua competência para ganhar dinheiro e tornar-se um homem respeitado entre nossa gente”.

Na Babilônia, existia o costume de os filhos ricos viverem na casa dos pais na expectativa de herdarem seus bens. Arkad reprovava esse costume. Para ele, era de grande importância que os filhos aprendessem a lidar com o dinheiro, adquirissem sabedoria antes de herdar aquilo que os pais construíam a tanto custo, esforço e trabalho.

Entregou nas mãos do filho um saco de ouro e uma tabuinha de argila com as 5 leis do ouro e combinaram que em dez anos Nomasir voltaria à casa do pai para prestar contas. Enquanto lia esse capítulo do livro torcia muito para que Nomasir não seguisse os passos do filho pródigo que a Bíblia já nos apresentara.

Dez anos se passaram e Nomasir volta à casa do seu pai e este o recebe com uma grandiosa festa. Nomasir narra os acontecimentos e Arkad escuta com atenção todos os detalhes. O filho conta que o ouro contido na bolsa escorreu como água entre os seus dedos. Fizera negócios errados e se viu sem dinheiro até para comer. Só depois de ter gasto tudo é que se lembrou da tabuinha em que estavam inscritas as 5 leis do ouro. 

Quando leu e passou a aplicar os ensinamentos que o pai lhe ensinara, tudo começou a mudar. Arranjara trabalho, estudou, investiu, ouviu os mais sábios, agiu com prudência, consciência e paciência. Ao fim da narrativa, entregou ao pai três sacos de ouro: um equivalia à devolução daquele que o pai lhe dera. Os outros dois para pagar a tabuinha com as 5 leis do ouro. Nomasir aprendeu que os ensinamentos do pai eram muito mais valiosos que quaisquer metais preciosos e que sem sabedoria o ouro pode ser rapidamente perdido.

Então, vamos a essas leis que ensinaram o filho de Arkad e que tanto me ensinaram também:

1. Separe não menos que 1/10 de seus ganhos;

2. Seja prudente e empregue seu dinheiro para que te dê lucros;

3. Seja cauteloso e procure conselhos de homens sábios que sabem manusear o dinheiro;

4. Empregue seu dinheiro em negócios ou propósitos com os quais está familiarizado;

5. Não dê ouvidos a conselhos enganosos de trapaceiros e fraudadores nem confie em sua própria inexperiência.

Atrevo a dizer: “E SEJAMOS SENSATOS”, pois “nossas ações sensatas acompanham-nos através da vida para nos dar prazer e ajudar-nos. Do mesmo modo, nossas ações insensatas nos seguem para nos causar prejuízos e atormentar-nos”.

E, por falar em sensatez, comecei a buscar outras fontes de conhecimento e encontrei algumas medidas que complementam os conselhos que Arkad dera ao filho:

1) conheça seus gastos e suas receitas;

2) reduza seus gastos, desde o de maior valor até o de menor valor;

3) pague as contas até a data de vencimento, para evitar juros;

4) defina meta de valor a ser economizado todo mês (mínimo de 1/10 de seus ganhos);

5) não utilize o cartão de crédito, pois muitas vezes o cartão é seu inimigo, se não souber usá-lo;

6) defina suas prioridades e compre somente se realmente for necessário.

Teve um capítulo do livro que me tocou profundamente e me fez lembrar um dentre tantos erros que cometi. Um homem chamado Rodan recebera do Rei cinquenta moedas de ouro. A irmã de Rodan pediu a ele que emprestasse essas moedas a seu marido para que pudesse investir num negócio. Antes de tomar qualquer atitude, Rodan quis consultar um emprestador de dinheiro, Mathon, para saber que decisão tomar.

Mathon expôs em detalhes os perigos de se emprestar dinheiro para quem não tem a possibilidade de honrar o compromisso de devolvê-lo e o alertou: “Não se deixe enlear por qualquer sentimento de obrigação em confiar seu tesouro a quem quer que seja. Se quiser ajudar sua família e amigo, busque outros meios que não o de arriscar a perda de seu tesouro”. E concluiu: “´´E melhor uma pequena cautela que um grande remorso”.

Passei um bom tempo refletindo sobre quantos empréstimos cheguei a solicitar. Você mesmo, minha amiga, tantas vezes me acudira e, mesmo nos momentos em que não pude honrar-te tal qual combinado, você jamais desistira de mim. Pude compreender toda minha fraqueza e ânsia ao me lembrar que pedia emprestado, ainda que não estivesse suficientemente certa de que saldaria a dívida.

Entendi também que é preciso poupar, pois não podemos ficar sem uma proteção adequada.

Ao longo da leitura fui identificando todos os meus equívocos. Lastimei sim, mas percebi logo que a vida é daqui para frente. Olhar o passado apenas para não repetir os mesmos erros e seguir adiante é mais que necessário.

Apesar de tudo, tenho algo a meu favor e você que me conhece há muito tempo deve concordar comigo. Sou o que se chama de pessoa determinada. A partir do momento em que tomo consciência de algo e decido novos rumos, novos rumos são por mim seguidos. Não responsabilizo Deus pelos meus atos nem pelos infortúnios que eu mesma busquei. Tudo será diferente, pois tenho uma forte determinação e onde há determinação, o caminho pode ser encontrado.

Isso aconteceu com Dabasir, negociante de camêlos da Babilônia. Este homem também teve muita determinação depois de se endividar enormemente. Teve que fugir da Babilônia porque não conseguia honrar suas dívidas e sua mulher voltou para a casa do pai. 

Dabasir tornou-se escravo na Síria, porque um homem endividado é escravo de suas próprias escolhas e inconsequências. Mas, a oportunidade bateu à sua porta e ele conseguiu fugir da Síria com a ajuda de uma boa mulher.

Voltou à Babilônia disposto a pagar cada moeda aos seus credores. Encarou cada um deles, expôs sua real situação e pediu parcelamento e paciência. Dabasir reduziu os gastos o quanto pôde, pagava a si mesmo 1/10 de seus ganhos, provia a família e pagava as dívidas. Até que conseguiu se livrar delas e passou a ser novamente um homem de respeito e de crédito. E, concluiu: “É mais certo acertar as dívidas do que evitá-las”.

A determinação de Debasir alterou o seu caminho e o libertou da escravidão. Ele inscreveu em tabuinhas tudo que aprendera e praticara na sua busca por prosperidade. E eu tenho seguido fielmente tudo o que aprendi com Debasir: vivo com até 70% do que ganho, 20% pago as minhas dívidas e 10% pago a mim mesma. Portanto, minha amiga, meu coração está mais leve, coisa que há muito não experimentava.

Estou na página 131. Faltam poucas para finalizá-lo. Lembro de você e sinto uma gratidão imensa. Confesso que senti uma indignação quando te contei minha situação e você não me ofereceu mais dinheiro e sim este livro. Hoje entendo perfeitamente, pois você me deu a chave da sabedoria quando me presenteou com ele. Você entendeu algo que me escapara: eu precisava era de conhecimento.

Terminei de lê-lo com esperança de “coisas futuras”. Trabalharei incansavelmente em busca de meus objetivos. Darei mais valor ao meu trabalho e farei dele meu amigo. Não podemos prosperar usando de malandragem. É o trabalho que está me ajudando a recuperar-me dos meus grandes problemas. Foi preciso encarar toda a verdade que eu varria para debaixo do tapete e parar de me alimentar de falsas ilusões. Quero me esvaziar de todos os excessos que minavam minha perspectiva de possuir riqueza.

Recomeçarei de maneira humilde como convém à minha verdadeira posição. Muito mais do que joias e roupas finas, o que eu preciso é de juízo.

Aí está tudo que aprendi e te agradeço. Minha vida tomou um novo rumo. Sei que toda gratidão que eu tenho por você não pagará jamais o benefício que o seu presente me trouxe. Ainda assim, receba com amor a minha mais profunda gratidão.

Terminei de ler as palavras de Sira com muita emoção e sensação de dever cumprido. Depois, fui até a estante e peguei o meu exemplar do livro “O homem mais rico da Babilônia” e pus-me a folheá-lo.

Então, resolvi reler o último capítulo “Um esboço histórico da Babilônia”.

A que se deveu a prosperidade dessa cidade? E por que o Brasil não é próspero? Fiz-me essa indagação.

A Babilônia não era cercada de ricos recursos naturais como é o Brasil. Não havia florestas nem minas. A chuva era minguada, o que obrigou os babilônios a construírem imensos canais de irrigação. Na Babilônia, existiam apenas dois recursos naturais: um solo fértil e a água do rio Eufrates. Mas, os babilônios usaram o que tinha à disposição deles e produziram suas próprias riquezas. Eles se preocupavam mais em defender seu espaço e suas riquezas que abandoná-los em busca de novos territórios. Seus governantes eram sábios, espirituosos e justos. “A Babilônia não produziu monarcas pomposos que ansiassem por conquistar o mundo conhecido para que todas as nações pudessem homenagear seu egotismo”.

E, o mais importante, o povo babilônico era culto e educado. Dali saíram os primeiros astrônomos, matemáticos, financistas. Foram os primeiros a terem uma linguagem escrita utilizando as tabuinhas de argila. Desenvolveram muitas artes, como a escultura, a pintura, a tecelagem, a ourivesaria, a manufatura de armas e os implementos agrícolas. Foram os inventores do dinheiro como meio de troca, das notas promissórias e dos títulos de propriedade.

Uma nação é resultado de seu povo.

O Brasil parece ter todos os recursos naturais que a Babilônia não tinha: rios, mares, florestas, minérios, terras férteis, fauna diversificada e tantos outros. Mas, o Brasil não tem um povo culto muito menos educado como era o povo babilônico. O povo brasileiro não parece se interessar pelas artes. O Brasil não possui, como possuía a Babilônia, governantes comprometidos com a defesa do patrimônio do país. Somos diariamente saqueados pelos nossos próprios representantes.

No Brasil, há mais de 60 milhões de endividados. Governos que se fizeram de bonzinhos concederam créditos ilimitados para uma imensa população sem que antes lhes concedessem educação financeira. E, aprendemos, que ouro nas mãos de quem não tem sabedoria é uma fatalidade. Acorda Brasil! Acordem brasileiros! É só por meio da educação e do conhecimento que podemos alcançar a tão sonhada prosperidade.

A Babilônia foi destruída pelo exército de Ciro e hoje não existe mais. O que ela nos deixou como legado foi a sua sabedoria. “Nossa civilização tem grandes dívidas com ela”.

A Babilônia como cidade está morta, mas minha amiga Sira renasceu com essa bela história.

E eu renasci em Sira.

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